Todo novo servidor começa com expectativa, ansiedade e aquela clássica pergunta silenciosa: quem vai dominar isso aqui?
No Fates, não demorou muito para o grupo começar a ganhar forma. Ex-ROMA, membros da SUITS, aliados e novos jogadores foram chegando aos poucos, entre apresentações discretas e entradas já acompanhadas de objetivos bem claros: crescer, guerrear e se posicionar cedo no mapa.
Mas antes mesmo das primeiras grandes movimentações, uma frase resumiu o espírito que dominaria o grupo. Em uma das primeiras mensagens, Garra Mansa decretou:
"Depois que veio da ROMA para a SUITS libertou o guerreiro. Sinal que a armadura pesada não ajuda, um terno leve e solto liberta os movimentos."
O que parecia só uma brincadeira virou identidade.
A partir dali, o grupo abraçou oficialmente a filosofia. Dias depois, Pulso Firme reforçaria a cultura interna:
"SUITS não se veste camisa, camisola, blusa! Coloque o Terno! Armadura quem tem é soldado!!! 😎"
Entre uma mensagem e outra, o clima do grupo se construía de forma natural: Thor Play - já falava em "zerar", Perez confessava sem cerimônia: "Pilho até não ter nada pra levar", enquanto outros buscavam barcos, tropas e oportunidades de subir ofensivos.
A guerra parecia inevitável, mas ninguém parecia reclamar.
Havia também espaço para recepcionar novos membros, trocar provocações e consolidar alianças. O grupo alternava com naturalidade entre estratégia militar, comércio de tropas, instruções diplomáticas e humor completamente questionável.
No fundo, as expectativas para o mundo eram simples: crescer rápido, fortalecer aliados, pressionar adversários e fazer presença.
Não era apenas o começo de um novo servidor.
Era o início de uma nova fase.
Uma nova era.
Sempre de terno.
O Fates começa e a SUITS chega junto — ex-ROMA, veteranos e novos jogadores se juntam sob a mesma filosofia nascida no Nereus: terno leve, movimento livre. Antes das primeiras guerras, a identidade do grupo já estava definida.