O servidor abriu. Bonito, limpo, inocente. Ilhas vazias, jogadores animados, aquela sensação clássica de recomeço que só dura até o primeiro saque. Para muitos, era o início de uma nova história. Para a SUITs… era só a continuação de uma conversa que nunca terminou.
Eles não chegaram no Fates. Eles simplesmente apareceram, como advogado que volta do intervalo já com outro processo pronto — e, por algum motivo, você é o réu.
Enquanto alguns ainda escolhiam onde fundar a segunda cidade, o grupo já respirava guerra disfarçada de rotina. Thor Play puxava o ritmo, e Garra Mansa fechava a jogada:
Thor Play: "Bora pra cima"
Thor Play: "Quem tem barco aí?"
Garra Mansa: "Bloqueia o porto"
Parecia bagunça. Sempre parece. Mas era assim que funcionava.
Perez não explorava mapa. Explorava gente. Não perguntava coordenada, perguntava quem ainda não tinha sido visitado. E quando encontrava… não era ataque. Era insistência com logística.
"Pode roubar à vontade"
E roubaram. Sem cerimônia, sem discurso, sem culpa. As primeiras cidades do Fates aprenderam rápido que "início de servidor" era só um conceito teórico.
Vitor apareceu como sempre: confiante. Não porque tinha certeza, mas porque era parte do personagem.
"Tá tranquilo"
"Dá pra segurar"
Nunca dava. Mas às vezes, contra qualquer lógica, dava mesmo assim. E isso só piorava tudo.
Sem Lívia pra equilibrar… ninguém equilibrava. Sem Yago pra sumir… o caos era constante.
E isso não piorou.
Só acelerou.
Sempre de terno.
O Fates abre e a SUITs não recomeça — apenas continua. Perez rouba sem cerimônia, Vitor promete segurar o insegurável, e sem Lívia e Yago para equilibrar, o caos vira rotina desde a primeira cidade.